segunda-feira, 29 de abril de 2013

A conversão de Jair e Hosana




Cai a tarde e um casal de andarilhos caminha cambaleante pelas ruas empoeiradas de uma cidadezinha do interior. Cada um carrega nas costas um imundo saco de aniagem, onde restos de pães amanhecidos, frutas verdes furtadas das plantações à beira do caminho, se misturam á roupas e cobertores velhos. A dose de aguardente bebida a pouco, não mata a sede de álcool e precisam urgente de uma nova dose. Mas como comprar, se não possuem mais dinheiro? E as casinhas simples da cidade mostram que seus moradores são pobres e não podem pagar por uma limpeza de jardim ou por um outro servicinho qualquer.
Precisam de dinheiro e apelam para o já manjado método de pedir esmola:
-Dá uma moedinha ai, senhor! Prá comprar comida, já emendam, sabendo que a pessoa a quem se dirigem pensa e com razão para onde vai aquela moedinha...
Tantos foram os “nãos” ou “vão trabalhar!” que desanimados sentam na calçada e esperam a noite chegar. Quem sabe dormindo, passa aquela sede insaciável...
Enquanto o sono não vem, observam mulheres e crianças que caminham alegres em direção à uma grande construção no final da rua. Logo os homens que acabaram de chegar do trabalho, também se junta-se aos fiéis que vão a igreja. Sim igreja! Com grande esforço, conseguem ler o letreiro que encima a construção pintada de azul. “Igreja Evangélica Assembléia de Deus”. Os trajes modestos e recatados e o livro preto nas mãos não deixam dúvidas: São crentes. Até ensaiam pedir uma esmola, mas o receio de que os crentes convidassem para ir a igreja os deixam calados. Logo ouvem uma oração, seguido por uma melodia suave e envolvente.
As palavras da bela canção parecem atravessar as paredes da igreja, voar pela distância que os separam e chegar com força aos ouvidos dos dois ébrios:
-Oh quão cego eu andei e perdido vaguei.
Longe, longe do meu salvador....
Os dois se levantam como que atraídos por uma força inexplicável e se dirigem a passos trôpegos até a igreja. Deixam seus sacos de bugigangas na porta e adentram ao templo, para espanto do porteiro e dos membros. Se dirigem ao primeiro banco e sentam, fazendo com isso com que os fiéis que estão perto se afastem, pois o cheiro de bebida aliado a falta de banho de muitos dias, causam um mal cheiro terrível  Porém os olhares de espanto e indignação dos fiéis não os demove da idéia de ficar ali. Os testemunhos, os hinos avulsos e por fim a pregação simples, mas verdadeira os deixam comovidos e com a alma enlevada, erguem as mãos ao aceitarem Jesus quando o pastor faz o apelo.
Um apelo direto, sem rodeios:
-Vocês querem aceitar Jesus como seu Salvador, para deixar para trás esta vida errante e atribulada que levam agora?
Enquanto isso a congregação em uníssono cantam um hino de decisão:
-”Ao findar o labor desta vida
quando a morte ao teu lado chegar?
que destino, há de ter a sua alma,
qual será no futuro teu lar?”
-Sim!, sim!  dizem entre lágrimas de arrependimento.
Os olhares, antes hostis, agora é de amor, carinho e afeto. Alguém os leva para casa, tomam banho, jantam ganham roupas novas e começam uma nova vida. Algum tempo depois se batizam e passam a contar o seu testemunho nas igrejas das redondezas. E logo vem a inspiração para comporem um hino. O hino  torma-se um ícone da musica evangélica. Muitas e muitas almas se renderam aos pés de Cristo ao ouvir esta canção. O nomes dos andarilhos: Jair Pires e sua mulher Hosana e a canção é Alma Cansada. A Dupla Jair e Hosana e o hino Alma Cansada estão presentes ainda na memória do povo evangélico brasileiro, mesmo depois de quase 50 anos daquele memorável dia, em que um casal de andrajosos ébrios adentraram à uma igreja e saíram como uma dupla de cantores que fez muito pelo Nome de Cristo. Ambos já são falecidos. O hino Alma Cansada foi regravado por muitos cantores. Mas a letra original é esta:

Alma cansada, não desespere, espera em Deus. 
Que ele vem, que ele vem te socorrer.
 Alma cansada, não desespere, espera em Deus.
 Espera em Deus, espera em Deus e no seu poder. 

Coro:
Ó Alma Cansada,espera em Deus. E no seu poder... 
Vem alma cansada, espera em Deus.
Confia somente no seu poder.

Alma cansada, os teus lamentos não resolverão.
A hora é triste com fé insiste Deus te ouvirá. 
Se teus lamentos trazem tormentos, te fazem chorar. 
Deus te chama agora, ó vem sem demora, em paz descansar.

ATENÇÃO: A história acima foi narrada pelo casal de cantores, na Assembleia de Deus, Ministério Ipiranga, em Bauru/SP  no inicio dos anos 80 durante Congresso de Jovens e foi ouvida por mim e todos os 500 participantes. Lamentamos que a mesma não coincida com a que foi postada no Youtube. A morte da Cantora Hosana foi Anunciada pelo próprio Jair Pires para explicar o fim da dupla e sua nova carreira solo.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Três estórias do Pastor Marcino




O Pastor Marcino, da Assembleia de Deus em Angra dos Reis/RJ, tem prazer em pregar a Palavra de Deus de maneira simples, coloquial e que atinge diretamente o coração do pecador.Ele conquista com sua simpatia, a atenção dos ouvintes. Durante a explanação de sua mensagem, conta estórias que nos fazem rir da sua simplicidade, ao mesmo tempo que nos remete á uma reflexão mais profunda da imensa Graça de Deus. Dentre essas estórias, destacamos três:

Blitz da Policia

Para pregar o evangelho de maneira mais dinâmica  o Pr Marcino adaptou ao seu carro um alto-falante e saiu pela cidade afora anunciando as boas novas de Salvação. A palavra de Deus pregada em um volume alto, incomodou os religiosos da cidade, que foram reclamar com as autoridades. Estas, então baixaram uma portaria, não permitindo mais a veiculação de propagandas religiosas em carros de som. O Pastor Marcino continuou evangelizando por alguns dias, até que foi parado em uma blitz da Policia Militar. Após a abordagem, o policial foi logo perguntando:
- Com que autorização, o senhor está fazendo esse barulho todo?
- Com a autorização de meu Pai Celestial, seu guarda! e apontou com o dedo indicador o céu.
O guarda pensou um pouco e então perguntou:
- Que mais ele te mandou fazer?
- Mandou dizer ao senhor, que ele te ama muito e quer salvar a sua alma.Mas para isso precisas aceitar Ele como seu único Salvador!
Sem ter mais nada a dizer, o guarda disse:
- Pode ir, mais abaixa um pouco esse som.
O pastor abaixou o som, mas continuou anunciando o evangelho usando esse meio de divulgação.
E nunca mais foi parado em blitz.

A Cigana

Passando por uma praça, o pastor Marcino foi chamado por uma cigana:
- Venha, moço! Venha saber sua sorte!
Diferentemente de nós, que muitas vezes fugimos quando defrontamos com esse pedido ou então dizemos: (como eu digo) - Minha sorte é Jesus!, o pastor Marcino atendeu o pedido e foi em direção a cigana, que continuou:
- Mê dê a mão, para eu ler a sua sorte. Mas foi o Pastor quem falou:
- Mê dê primeiro a sua, que vou ler sua sorte.
- O Senhor sabe ler a sorte também?
- Sei, já pegando na mão da cigana e dizendo:
- Aqui está escrito que a senhora é uma grande pecadora e precisa de um grande Salvador. E este Salvador é Jesus! A cigana rapidamente desprendeu a mão e dizendo:
- Vai embora, vai embora! Eu sei disso, mas agora não posso aceitar. Um dia ainda vou ser crente!
Bom, a semente foi plantada......

O Crente Fraco

Depois de um culto abençoado, o irmão procurou o pastor Marcino e pediu:
- Pastor, ore por mim que estou muito fraco espiritualmente.
Isso vinha se repetindo há vários cultos e o pastor sempre convidava o irmãozinho a frequentar os cultos de oração da igreja nas terças-feiras, coisa que ele não fazia, mas vivia pedindo oração.
O pastor Marcino disse então:
-Vou orar sim!, mas fraco está eu, que estou orando por você. Você esta é morto! Ressuscita meu filho!Ressuscita!
Se o irmão ressuscitou não se sabe, mas parou de pedir oração todo final de culto.






segunda-feira, 16 de julho de 2012

A Fé que remove montanhas



Este fato aconteceu na Colômbia. O pastor José Satírio dos Santos, radicado na cidade de Cúcuta e líder do Centro Cristiano, hoje o maior referencial evangélico naquele país, recebeu uma proposta para compra  de um terreno a um preço tão baixo que fechou negócio sem ao menos olhar a propriedade. Ficava num bairro pobre chamado San Martín, mas o pastor Satírio pretendia implantar ali uma congregação. Quando foi conhecer o terreno, ficou chocado: havia adquirido um barranco rochoso. Mesmo assim, decidiu construir ali o templo para atender o bairro.
Convocou um grupo de irmãos e para infundir-lhes ânimo — que seria mesmo necessário — leu a passagem de Mateus sobre a fé que remove montanhas, pois teriam de fazer isso, literalmente. No dia marcado, o empolgado grupo rumou para o local do terreno. Depois de fazer uma oração, o pastor Satírio começou a distribuir as ferramentas. Então um jovem, chamado Jairo, que fora liberto das drogas protestou:
— Pastor, eu entendi que viríamos aqui para orar e ordenar que esse monte saísse daqui.
Não adiantou explicar o conceito de fé aliada ao trabalho, o jovem recusou-se a empunhar qualquer ferramenta. Enquanto o grupo arrebentava as mãos tentando inutilmente vencer o solo rochoso, Jairo instalou-se sob uma pequena árvore na parte de trás do terreno e ali ficou aguardando que a montanha se movesse.
Por volta das três da tarde, ouviu-se um ruído de motor. Pouco depois, um enorme trator de esteira parou diante do terreno, e o homem que estava no controle perguntou:
— O que vocês estão fazendo?
— Estamos tentando limpar este terreno para construir um templo e cultuar a Deus — foi a resposta.
— E vocês querem fazer isso com essas ferramentas?
— É o que temos — respondeu o pastor.
Então o homem falou:
— Tirem tudo o que está aí.
As ferramentas e os carrinhos foram recolhidos, e a pá do trator começou a cortar o terreno. Toneladas de terra e de pedras foram desaparecendo, e o terreno foi ficando cada vez mais plano. Às seis da tarde, o homem avisou:
— Hoje não posso mais trabalhar. Amanhã eu continuo. — E sumiu com o trator pelo caminho por onde viera.
No dia seguinte, quando o pastor chegou, a máquina já estava trabalhando. Antes do meio-dia, o terreno estava aplanado
— Quanto foi o seu trabalho? — perguntou o pastor Satírio.
— Você não me disse que era para Deus? Então ele já pagou!
Dito isso, tomou a estrada outra vez. O homem e o trator nunca mais foram vistos. Ninguém sabe nem mesmo o nome dele.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A Oração do Divórcio




   Nos últimos dias nossos púlpitos tem sido inundados por pregadores que contam a quisa de ilustração, várias versões da Oração do Divórcio, estória bem humorada, criada pelo Pr. Claudio Duarte. Aos que ainda não a conhecem, eis aqui  uma versão da mesma.
João e Maria se conheceram na igreja, se enamoraram, noivaram e se casaram. Foi amor a primeira vista. Benzinho pra cá, amorzinho pra lá, tudo era alegria e felicidade no casamento deles. Com o passar do tempo, a rotina da vida á dois minou a harmonia do casamento e só a chegada de um filho deu uma trégua nas constantes brigas por motivos fúteis e até banais. Foram levando o casamento com altos e baixos. Um dia estavam de bem, em outro  brigavam como gato e rato. Ela reclamava da roupas dele jogadas pelo chão, a toalha molhada em cima da cama, os sapatos deixados na sala e o mais grave e comum defeito masculino de não levantar a tampa do vaso. Ele reclamava da comida, que nunca era igual a da sua mãe, das roupas mal lavadas e passadas e do horrendo defeito feminino de pendurar calcinhas no registro do chuveiro e usar o barbeador para raspar as pernas deixando-o cheio de pêlos. Reclamavam ainda um do outro, porque cada um considerava sua família e em especial as mães melhor do que a outra. Quando o filho já estava na adolescência e as brigas se tornaram quase que diárias, resolveram a muito custo procurar o pastor da igreja, pedindo conselho sobre uma possível ação de divórcio. O pastor, o mesmo que os casara quinze anos atrás, ficou pasmo. Pensara que estavam felizes com o casamento. Pelo menos era essa a aparência que tinham os demais membros da igreja.O pastor aconselhou, exortou, orientou mas não conseguiu demover a intenção do casal que estavam irredutíveis na intenção de divorciar-se.
O pastor então pediu para fazer antes uma oração, a oração do Divórcio.
- Oração do divórcio?? Como é isso? perguntou a esposa desejosa de ficar livre da presença do pastor e começar logo o trâmite do divorcio. Já fizera as contas e sabia quanto ia receber de pensão e o que faria com a casa, os moveis e a metade do valor do carro.
Ele então já estava até de olho em algumas moças que poderiam tomar o lugar da esposa, já que não nascera para ficar sozinho e não voltaria para a casa da mãe, como a futura ex-esposa pensava fazer.
 -Faz logo essa oração, pastor! disse ele pensando tratar-se de uma oração para abençoar os divorciados.
O pastor então começou:
- Senhor! Eis aqui diante de mim, o João e a Maria.Há quinze anos atrás, diante de mim e em Tua presença e na presença dos pais, familiares e amigos, se comprometeram a se unirem e ficarem juntos pelos laços do matrimonio, até que a morte os separasse.Fiz naquela ocasião uma oração a Ti, abençoando este casamento e sei que no céu foi lavrado no memorial celeste um acordo de que só a morte poderia dissolver esta união. Assim sendo, Senhor, peço-te que mande o Anjo da Morte tocar na vida de um deles. Se for no João, que ele tenha um câncer na próstata, ou um AVC fulminante, ou seja morto em um acidente de carro. Já se for tocar na vida da Maria, que ela tenha um câncer de mama, ou no útero ou que seja atropelada por um ônibus ao atravess..
- Para, pastor! disseram os dois ao mesmo tempo. Assim não!
- Mas não querem se separar? Só a morte pode separá-los agora.
Os dois se aperceberam então que não queriam que nenhuma daquelas desgraças atingissem o outro e deixasse o filho de ambos, órfão. Perceberam também que poderiam mudar o rumo do casamento e que não conseguiriam viver sem a presença um do outro. O pastor continuou a aconselhá-los e saíram dali mudados.
Ah... mas ela antes  de sair ainda perguntou:
- Mas pastor, aquela oração... Deus ouviu?
Ao que o pastor respondeu:
- Fique tranquila! Eu não disse amém!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Doação de Sangue

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
 Várias crianças tiveram morte instantânea. As demais ficaram muito feridas, entre elas, uma menina de oito anos, em estado grave.
   Ela precisava de uma transfusão de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sangüíneo, mas infelizmente ninguém na equipe médica era compatível.
   Chamaram os moradores da aldeia e, com a ajuda de uma intérprete, lhes explicaram o que estava acontecendo. A maioria não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Após testar o
 tipo sangüíneo dos poucos candidatos que restaram, constataram que somente um menino estava em condições de doar.
   Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto, enquanto seu sangue era coletado. Passado alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para a intérprete perguntar a ele se estava doendo. Ele disse que não. Mas não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho.
   O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico porque ele estava chorando:
- - Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar TODO o seu sangue para a menina não morrer.
   O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou:
- Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue?
- Porque ela é minha amiga!
Que lição maravilhosa! Houve um homem que também doou seu sangue para nos salvar!

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Melhor para Deus


No começo do século passado, um missionário foi a Índia e ficou estarrecido com as tradições daquele povo. Mais    uma estória que presenciou no interior daquele pais o tocou profundamente. Uma mulher tinha dois filhos. Um perfeito e outro deficiente e com síndrome de Down.Uma vez ao ano os moradores daquela aldeia iam á um rio infestado de crocodilos e ofereciam sacrifícios ao deus Jacaré. Flores,frutas, comidas, animais e em casos extremos, até mesmos os filhos. Quando ela partiu para fazer o sacrifício levando seus dois filhos, ele imaginou que ela ofereceria o filho deficiente, que lhe era um pesado fardo e atrapalhava ainda mais sua miserável vida.
Qual não foi sua surpresa quando ela voltou somente com o filho deficiente e quando perguntado sobre o motivo de ter sacrificado o filho perfeito, falou:
- Nosso deus Jacaré merece o meu melhor. Como eu ofereceria algo, como esse meu filho imprestável para ele?
Aquilo comoveu o missionário, que partir dai começou a dar o seu melhor para Deus. O sacrifício daquela mulher pagã mostrou-lhe que nosso Deus merece o melhor. As melhores horas de nossa vida deve ser dedicadas á Ele. A melhor hora de sono. Domingo pela manhã, por exemplo, quando nosso corpo quer ficar na cama, porque não levantar e ir    a escola dominical? E de madrugada, quando o sono é mais gostoso, por que não levantar e orar? Porque só jejuar quando o cardápio em casa não é dos melhores ou quando precisamos perder peso? Jejum perfeito seria    quando comprarem aquela pizza deliciosa, uma coca cola gelada e não participarmos! Ou quando for convidado para um churrasco na sexta á noite e não ir.
Qual é o seu melhor? E para quem você está dando o seu melhor? Pense nisso!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Fé e o fusca



Um crente humilde tinha um fusquinha para ir á igreja que ficava uns 20 kms de sua casa. Nem sempre podia ir, pois seus parcos recursos não permitiam abastecer o carro com frequência. Um domingo, quando ia ao Culto, com o marcador de combustível indicando quase vazio, começou a orar fervorosamente:
-Senhor, Tú sabes que eu te sirvo há tanto tempo e que não tenho condições de colocar gasolina. Meu carro está com o tanque quase vazio e eu preciso de um milagre para chegar á igreja e voltar. Faz um milagre, Senhor! Como multiplicaste os pães e os peixes, multiplica a gasolina que está no tanque do meu carro! Dito e feito! Ou melhor oração feita, oração respondida! Na hora o ponteiro do tanque que marcava vazio, deu um salto    e foi marcar cheio. O crente então sem pensar disse: Não acredito!
Imediatamente o ponteiro voltou a posição original e depois de rodar mais alguns metros, o carro parou por falta de combustível.
Restou ao crente "Incrédulo" juntar algumas moedas, arrumar uma garrafa pet e caminhar vários quilômetros procurando um posto para comprar gasolina, abastecer o fusca e voltar para casa.
Na Bíblia há uma caso semelhante. No livro de Atos, Capitulo 12,    Pedro estava preso e a igreja, reunida na casa de Maria, mãe de João Marcos, orava firmemente pela sua libertação. Deus respondeu suas orações; um anjo foi ao cárcere e libertou Pedro. Pedro então voltou para a casa, onde os crentes continuavam orando. Bateu na porta e uma criada chamada Rode foi atender. Ao reconhecer sua voz, ela voltou para dizer aos que estavam orando que Pedro estava ali. Não acreditaram! Pensaram tratar se de uma visagem ou assombração.
Também somos assim. Oramos por algo impossível e quando o milagre acontece, custamos a acreditar    ou então nem    acreditamos. A cura da Aids ou do Câncer, por exemplo.Que a partir de hoje, tenhamos mais fé!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Caminhoneiro

Um caminhoneiro gaúcho não aceitava a Palavra de Deus e era um feroz perseguidor dos crentes. Em sua rua , próximo a sua casa havia uma Igreja e todas as vezes que passava na frente com seu caminhão, buzinava incessantemente atrapalhando o culto. Nos dias de chuvas, gostava de sair com o caminhão ás 07 e ás 9 horas da noite, quando os irmãos iam ou vinham da igreja; fazia questão de passar nas poças d’água, dando um banho de lama nos fiéis. Difamava as irmãs em sua reputação e consequentemente seus maridos. Jurava por seus santos jamais pisar em uma igreja evangélica e debochava depravadamente da saudação “A Paz do Senhor”.
Um dia recebeu a incumbência de transportar um carregamento de maquinas agrícolas avaliadas em mais de um milhão de reais. Feito o carregamento em Curitiba partiu para o destino, contente, pois ia ganhar um bom dinheiro e quitar algumas prestações atrasada s do seu caminhão que era novo. Na beira da rodovia, uma moça bonita lhe pede carona. Ele para, porque além de beber, fumar, roubar, enganar, era um adúltero contumaz, traindo a pobre esposa que ficava em casa. A moça entra em sua cabine e propõe um encontro amoroso por tantos reais. Ele aceita e ela indica um ponto na beira da rodovia, propicio para a prática do pecado. O sorriso da moça e sua luxúria exacerbada o deixam cego. Quando chegam ao tal lugar, saem do mato cinco homens armados que o rendem. Roubam-lhe o caminhão, a carga valiosa, os valores que carregava consigo e o jogam no porta malas de um carro. Depois de rodar algumas horas, entram em uma estrada de terra deserta. Tiram-no do porta malas e entram na mata fechada. Depois de andar alguns quilômetros, fazem o tirar a roupa e o amarram a uma arvore, dizendo:
- Não vamos matá-lo, mas nenhum dos que a gente já amarrou por esse Brasil afora, ficou vivo para contar a história. Pode gritar a vontade. Quem sabe Deus te ouça! E foram embora. Depois de alguns minutos, o caminhoneiro começou a gritar por socorro. Gritou como louco. Gritou por várias e várias horas. Gritou pelos santos de sua devoção. Fez promessas e mais promessas. E nada aconteceu. Sua voz ficou rouca. Anoiteceu. Pernilongos e formigas vinham mordê-lo e ele se debatia para se livrar dos insetos. Frio, fome, sede faziam-no ter alucinações. Foi uma noite horrenda. Amanheceu e ele voltou a gritar com um fiapo de voz, que mal se ouvia. Desmaiou varias vezes. Caiu a tarde e ele se preparava para passar mais uma noite atribulada, quando ouviu ao longe alguém que cantarolava:
-Precioso pra mim é Jesus, precioso pra mim é Jesus......
Pensou: Será que é mais uma alucinação. Esta musica, ele ouvia os crentes cantarem quando ele os importunava com seus buzinaços e banhos de lama. Mas a musica continuava:
-Eu confesso na vida e na morte,
que tudo pra mim é Jesus......
Reuniu toda sua força para gritar por socorro, mas a voz já não saia mais. E a voz já de distanciava cada vez mais. Fez então uma promessa: Se aquele que cantava aquele hino
viesse até ele e o salvasse, ele seria um crente. A voz então cessou. Pronto pensou: Eu maltratei tantos os crentes, que o Jesus deles não vai me salvar. Mereço. Fez então uma oração improvisada: Senhor Jesus dos crentes, se tu me salvares eu prometo mudar a minha vida e passarei a frequentar aquela igreja perto da minha casa, que eu tanto tenho perseguido. Vou ser um crente fiel. Não se passou um minuto e a voz, agora mais forte voltou a cantar e cada vez mais forte, vindo em sua direção. Logo apareceu o cantor: Um velhinho com um facão na mão que cortou as cordas que o amarravam e o libertou.
Num fiapo de voz perguntou:
-Como senhor sabia que eu estava aqui?
-Não sabia, respondeu o velhinho. Eu nem vinha aqui hoje. Preciso de um cabo para minha enxada e ia procurar um a semana que vem. Estava em casa se preparando para dormir, quando uma voz na minha mente dizia: Vai cortar um cabo para a enxada. Vai cortar um cabo para enxada. Eu peguei o facão e fui aonde eu sei que tem umas arvores boas para fazer cabo, mas a voz dizia. Ai não! Ai não! Ai vim para estas bandas, onde eu sei que não tem arvore boa para isso. Mas vim e eu já ia embora, quando a voz me disse: Volta! Volta!. Então voltei e te encontrei.
-Foi Jesus que mandou o senhor aqui, meu amigo! O Senhor é crente?
-Sou, graças a Deus! respondeu o velhinho.
-Então eu agora também sou, disse o caminhoneiro. E ali na mata fechada, nu, quase morto de fome, sede e frio, um perseguidor do evangelho se tornou um crente. Mas a benção precisava ser completa. Em uma barreira policial, o caminhão dele foi parado e os marginais presos. A carga roubada e o caminhão lhe foram devolvidos. Glória a Deus!

sábado, 27 de agosto de 2011

A Oração da Velhinha


Uma velhinha crente morava ao lado de uma boca de tráfico em uma favela. Um dia, quando não tinha mais nada para comer e sua dispensa estava vazia, a velhinha recorreu ao último recurso que dispunha: A oração. Começou a orar já de manhãzinha e sua oração misturada a lágrimas comoviam os passantes, já que o quarto onde orava tinha a janela para a rua. Seu clamor também incomodava os viciados, aos quais ela falara de Jesus muitas e muitas vezes. Eles ouviam a sua oração, se lembravam de suas palavras de pregação e desistiam de comprar drogas ali, indo para outro lugar.
Já perto do meio-dia, o gerente do tráfico, incomodado e vendo seus lucros diminuírem, telefonou ao chefão narrando o acontecido. O chefão veio pessoalmente conferir, ouviu a oração comovente da velhinha e ordenou:
-Façam uma compra bem grande para essa velha, mas digam que quem mandou não foi Deus como ela está pedindo, mas o diabo!
Dito e feito. O gerente do tráfico foi ao Supermercado, encheu dois carrinhos de mercadorias e foi pessoalmente entregar na casa da velhinha, que continuava com sua fervorosa oração.
Ao chegar bateu forte na porta, gritando:
-Olha a compra! Olha a compra!
A velhinha mudou então a oração, enquanto ia atender a porta:
-Obrigado meu Deus, por responder a minha oração! Como Tu és bom! Glórias a Deus!
Ao que o marginal respondeu:
-Que Deus nada! Quem mandou essa compra foi o Diabo! Mas a velhinha, louvando a Deus ainda respondeu:
-Louvado seja nosso Deus sim! Foi Ele quem mandou! Quando Ele manda, até o diabo vira entregador!

domingo, 19 de junho de 2011

Os dois pastores

Um pastor dinâmico e arrojado depois de uma boa administração em sua igreja foi transferido para uma igreja maior. Depois de dar posse ao novo pastor que veio substituí-lo, passou a mostrar o patrimônio da igreja, aumentado em muito pela sua habilidade e visão empresarial. Novos templos, com ar condicionado, estacionamentos, banheiros com mármore italiano, equipamentos de som de ultima geração, cadeiras estofadas, ônibus para buscar os membros etc. Depois o levou ao banco, onde mostrou os investimentos da igreja em ações, títulos , bem como o total disponível em caixa; quantia que ultrapassava milhões de reais. Com uma risadinha sarcástica comentou esperando um elogio pela sua bem sucedida administração:
-É... Não podemos dizer: -Não temos ouro, nem prata!
Ao que o novo pastor respondeu:
-É... Mas também não podemos mais dizer – Levanta e anda!

quinta-feira, 31 de março de 2011

A toalha de mesa

Um novo pastor, recentemente formado, e sua esposa, que foram encarregados de reabrir uma igreja no bairro de Brooklin, NY. Chegaram no início de outubro, entusiasmados com a oportunidade.
Quando viram a igreja, observaram que havia muitos estragos e um grande trabalho a ser feito. Sem se deixar abater, estabeleceram como meta deixar tudo pronto para o primeiro serviço: o culto de Natal.
Trabalharam sem descanso, consertando o telhado, refazendo o piso, pintando... e, muito antes do Natal, em 18 de dezembro, tudo estava pronto!
Mas, no dia seguinte, 19 de dezembro, desabou uma terrível tempestade que durou por dois dias.
No dia 21, o pastor foi até a igreja. Seu coração doeu... viu que o telhado tinha quebrado e que uma grande área do revestimento de gesso decorado, da parede do santuário, logo atrás do púlpito, havia caído.
O pastor, enquanto limpava o chão, pensava em como resolver a situação.
No caminho de casa, pensando em adiar o culto de Natal, observava as vitrines, enfeitadas para a época, quando notou um bazar beneficente e parou por instantes.
Uma linda toalha de mesa, de crochê, na cor marfim, com um crucifixo delicadamente bordado no centro chamou-lhe a atenção.
Era do tamanho exato para cobrir o estrago atrás do púlpito. Comprou-a e voltou para a igreja.
Começou a nevar. Apressou seus passos e quando chegava à porta da igreja, uma velha senhora vinha correndo em direção contrária tentando pegar o ônibus, o que não conseguiu.
O pastor convidou-a a entrar para esperar pelo próximo, abrigando-se do frio que viria 45 minutos depois.
Ela sentou-se num banco e nem prestava atenção no pastor que já providenciava a instalação da toalha de mesa na parede. Ao terminar, afastou-se e pôde admirar o quanto a toalha era linda e servia perfeitamente para esconder o estrago.
Então, o pastor notou a velha encaminhando-se para ele. Seu rosto estava lívido e perguntou:
-- Pastor, onde o senhor encontrou essa toalha de mesa?
O pastor contou a história. A mulher pediu-lhe que examinasse o canto direito inferior para encontrar as iniciais EBG bordadas.
O pastor fez o que a mulher pediu e, intrigado, confirmou.
A mulher disse:
-- Essas são as minhas iniciais.
Ela havia feito essa toalha de mesa há 35 anos, na Áustria. Contou que, antes da guerra, ela e seu marido estavam "bem-de-vida". Quando os nazistas invadiram seu país, combinaram fugir: ela iria antes e seu marido a seguiria uma semana depois. Ela foi capturada, trancada numa prisão e nunca mais viu seu marido e sua casa.
O pastor ofereceu a toalha, mas, ela recusou, dizendo que estava num lugar muito apropriado. Insistindo, ofereceu-se para levá-la até sua casa; era o mínimo que poderia fazer. Ela morava em Staten Island e tinha passado o dia no Brooklin para um serviço de faxina.
No dia de Natal a igreja estava quase cheia. Foi um lindo trabalho.
Ao final, o pastor e sua esposa cumprimentaram os fiéis um a um à porta e muitos diziam que retornariam.
Um velho homem, que o pastor reconheceu pela vizinhança, permaneceu sentado, atônito.
O pastor aproximou-se e, antes que dissesse uma palavra, o velho perguntou:
-- Onde o senhor conseguiu a toalha de mesa da parede? Ela é idêntica à uma que minha mulher fez, muitos anos atrás, quando vivíamos na Áustria, antes da guerra. Como poderiam existir duas toalhas tão parecidas?
Imediatamente, o pastor entendeu o que tinha acontecido e disse:
-- Venha... Eu vou levá-lo a um lugar que o senhor vai gostar muito.
No caminho o velho contou a mesma história da mulher. Ele, antes de poder fugir, também havia sido preso e nunca mais pôde ver sua mulher e sua casa, por 35 anos. Ao chegar à mesma casa onde deixara a mulher, três dias antes, ajudou o velho a subir os três lances de escadas e bateu na porta.
Creio que não há necessidade de se contar o resto da história. Quem disse que Deus não trabalha de maneira misteriosa?

sábado, 19 de março de 2011

Os cinco pregos



Um carpinteiro cristão se orgulhava de sua retidão e para todos se gabava de nunca ter roubado uma bala sequer. Uma noite teve um sonho, onde foi levado ao céu e junto a uma grande porta foi barrado pelo anjo responsável, que alegou que havia uma mancha em sua vida e que seu nome não constava do Livro da Vida. Protestou e muito contra a decisão e quis saber qual acusação tão grave, riscou o seu nome do Livro.
- Roubo, disse o anjo.
-Como? Nunca roubei nada de ninguém! Provem!
- Se quer assim...
E numa grande tela como a de um cinema começou a passar a vida do irmão carpinteiro.
Depois de alguns segundos surgiu na tela o carpinteiro trabalhando em uma grande casa. Na hora se lembrou da casa do Sr. João. Trabalhara lá por um mês e ganhara um bom dinheiro, mas não se lembrara de qualquer coisa que levara da casa. Perguntou ao anjo:
-O que foi que eu roubei da casa do Sr João?
-Já vai ver.
Na tela então passou o carpinteiro deixando a casa no final do dia e então se lembrando que precisava consertar uma tabua do assoalho que se soltara. Então aparece se abaixando e apanhando cinco preguinhos no chão, que haviam caído enquanto trabalhava pregando o forro. Apanhou os cinco preguinhos e guardou-os no bolso, levou-os para casa, consertou o assoalho e não se lembrou mais disto.
-Espere ai! Aqueles pregos estavam jogados no chão; eu não os roubei.
- Pediu ao Sr. João para levá-los?
- Não! Achei que não precisava. Quem iria notar?
- Eram seus? Não eram! Comprou-os? Não! Pediu-os ao Sr. João? Não! Então os roubou.
E por isto, ou seja, por esses cinco pregos que não valem cinco centavos, o Sr não poderá entrar no céu. Nisto o irmão carpinteiro acordou e começou a refletir o quão fútil tinha sido sua vida se gabando de suas pretensas virtudes e ignorando que não importa o tamanho do pecado, nós carecemos mesmo é de um grande Salvador e esse Salvador é Jesus Cristo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A Lição dos pregos

Havia um menino que tinha um mal temperamento. O pai deu-lhe um saco de pregos e disse a ele que cada vez que perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 17 pregos. Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar o seu temperamento, o número diminui consideravelmente...
Ele descobriu que era mais fácil se segurar do que pregar aqueles pregos na cerca.
Finalmente, chegou o dia em que o menino não perdeu a calma em nenhum momento.
Ele então falou ao seu pai sobre isso e o pai sugeriu que o menino tirasse da cerca um prego por dia se ele não perdesse a calma
Os dias passaram e o menino, então, estava finalmente pronto para dizer ao pai que tinha retirado todos os pregos da cerca.
O pai, então, o pegou pela mão e foram até a cerca onde lhe disse:
- Você fez muito bem meu filho, mas veja só os buracos que ficaram na cerca!
A cerca nunca mais será a mesma! Quando você fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como estás aqui. Você pode enfiar uma faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas  vezes você peça desculpas, a ferida ainda está lá.
Um ferimento verbal é a mesma coisa que um físico, embora as palavras possam cair no esquecimento, as marcas deixadas pelo significado delas são para sempre.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

As três razões para o sofrimento

Uma senhora americana crente, acometida de câncer maligno, jazia na UTI de um grande hospital, já sem esperança de recuperação, quando recebeu três visitas. Cada uma delas disse-lhe um motivo para seu sofrimento.

O primeiro visitante foi seu pastor. Homem de Deus com larga vivencia cristã trouxe palavras de conforto e esperança e lhe disse que o motivo para estar ali passando por aquela situação era uma prova da parte de Deus. Ele estava provando-a para que sua fé, que já era grande, aumentasse mais ainda. Ela deveria permanecer firme, que logo a prova acabaria e sua saúde seria restabelecida. A segunda visita que recebeu foi de sua dirigente do Círculo de Oração. Também trouxe palavras de conforto e esperança e lhe disse que o motivo por estar ali era alguma falta, pecado, enfim alguma transgressão por menor que fosse que tivesse cometido, e que o nosso Senhor, que é Justo e Santo estava fazendo justiça. A sua cura só seria possível, se pedisse perdão de todo coração. A terceira visita foi de seu marido. Seu esposo era crente desde a infância e além das palavras de conforto e esperança, chorou com ela e disse que aquilo era uma permissão de Deus para que ela provasse aos médicos, enfermeiras e demais pacientes daquele hospital, do tamanho do seu poder. Ele que permitiu a doença, providenciaria a cura, para que Seu Nome fosse glorificado. Ela seria uma testemunha do poder de Deus. Acabou o horário das visitas, seu marido foi embora e ela começou a pensar qual dos três seria o verdadeiro motivo para ela se encontrar naquele estado, naquela cama. Nisso os efeitos do tratamento com quimioterapia fizeram com que vomitasse e ao mesmo tempo fizesse suas necessidades fisiológicas.

A enfermeira que veio limpa-la, já sem paciência lhe disse num tom rude:

-Porque não morre de uma vez!

Então, envergonhada, humilhada, coberta apenas por um fino lençol, com frio e com dores, sentindo-se a ultima das mulheres, ela pediu para morrer e disse:

-Meu Deus! Seja qual for destes três motivos por que eu estou aqui, eu lhe peço: Me leve para tua glória! Nisso uma voz suave, celestial, falou-lhe:

-Minha filha, você não está aqui por causa destes motivos, mas por que eu quero. Não preciso de um motivo, uma razão, para fazer o que Eu quero na vida dos meus filhos. Eu permiti a sua doença, por que quero que renasça a sua esperança em Mim, quero que você dependa totalmente de Mim, que Eu seja a sua única saída, seu alvo. Depois desta sua estada aqui, você será mais dependente de Mim e me louvará mais que louva agora. É só isso! E agora Eu te dou a cura para que meu nome seja engrandecido através da sua vida.

Aquela irmã foi curada, voltou para casa e sempre que podia, dizia que Deus não precisa de um motivo para nossa dor, luta ou sofrimento, mas que seja o que for que aconteça em nossa vida, Ele sempre está presente, nos consolando, nos auxiliando e com certeza garantindo nossa vitória.

domingo, 25 de abril de 2010

Quando o barro secar

Uma menina chamada Mariana ganhou de presente de sua avó um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, sua amiguinha Júlia, veio cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã para agradecer o presente da avó. Júlia, então, pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.

Ao regressar da visita, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: “Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.” Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:

-Filhinha lembra-se daquele dia quando você saiu com seu sapatinho novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em seu sapato? Ao chegar à sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra do que a vovó falou?

-Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.

Pois é, minha filha! Com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para o quarto fazer seus deveres de escola. Logo depois alguém tocou a campainha. Era a Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:

-Mariana sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.

-Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para brincarem com o novo conjunto de chá.

Grande lição para os dias de hoje. Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para depois limpá-lo. Assim você não correrá o risco de cometer uma injustiça com um amigo, um parente, um irmão da igreja......

domingo, 14 de março de 2010

Só o coração!

   Um  jovem  pregador e a esposa foi passar o final de semana na praia mais badalada da região. Era o verão intenso e o sol forte queimou a pele dos dois que desfilaram várias vezes pela praia, ele trajando um pequena sunga e ela um reduzido e escandaloso biquini. Causaram sensação, atraindo olhares cobiçosos e escandalosos dos demais frequentadores. Voltaram para casa e a noite foram ao culto na igreja onde congregavam. Faltou o pregador escalado e depois de muita insistencia, o jovem pregador aceitou o convite de pregar naquela noite.Logo pensou: Estou queimado do sol e todos vão murmurar de mim porque fui na praia.Vou pregar sobre o coração e uso e costumes que não condizem  mais com a igreja moderna.Para Deus só importa o coração. Leu o Salmo 51 vs.17 sobre o coração contrito, que Deus não despreza e começou pregar fazendo uma defesa da renovação das doutrinas que poderiam servir aos crentes do passado, mas que não encontra lugar na igreja de hoje. ESqueceu-se de que Deus zela pela sua Palavra e enquanto pregava o Senhor mudou o sentido da mensagem e passou a enfatizar que Deus realmente só quer o coração e que os demais orgãos do corpo deveriam ser deixados de lado e então o Diabo se apoderaria deles, e causariam doenças, como artrite e varizes na pernas, tendinite nos braços, cãncer nos rins, pulmões, cegueira nos olhos etc. O unico orgão que ele não poderia tocar é o coração. Descobriu então, que estava pregando para si próprio e diante de todos perdiu perdão por pregar aquele  ensino errado e passou a pregor sobre a Santificação, sem a qual ninguem verá a glória de Deus!.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A mala

Um homem caminhava por uma estrada poeirenta carregando uma pesada mala. Para a sua surpresa um caminhão parou e mandou que ele subisse na boléia. Após alguns quilômetros o motorista do caminhão, incomodado, parou e perguntou ao carona porque ele continuava segurando a mala. Ao que ele respondeu:
O Senhor já está me levando de carona. Seria demais pedir que também levasse a minha mala.
Algumas vezes agimos assim com relação a Deus. Apesar de sabermos que é ele quem nos mantém vivos, achamos que podemos carregar sozinhos as cargas desta vida. É por isto que alguns de nós temos muita dificuldade para buscar a Deus e livrarmo-nos das nossas culpas. Carregamos o peso da culpa durante dias, semanas e até anos sem conseguir imaginar que é possível encontrar alivio e descanso. Por quê esperamos tanto?
Alguns de nós tem a impressão de que se formos a Deus muito rápido tornamos o perdão de Deus algo barato e inconsequente. “Temos que sofrer um pouco pelo mal feito!” Outros consideram muita pretensão esperar que seja possível conseguir o perdão de Deus. E ainda existem os mais arrogantes que pensam não ser necessário envolver Deus nestes assuntos particulares.
A Bíblia nos diz que “o Deus Eterno continua esperando porque ele quer ser bondoso e ter compaixão de vocês; pois ele é Deus que faz o que é direito. Felizes são aqueles que põem a sua esperança nele.Quando vocês clamarem pedindo socorro, o Deus Eterno, os ouvirá e atenderá.” O nosso Pai Celeste sempre estará disposto a ouvir o pedido de um coração arrependido que busque perdão e descanso.
Deus demonstrou que deseja libertar-nos da culpa dos nossos pecados através da morte do seu filho Jesus na cruz. “Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós.” Ali o Pai Celeste estava garantido que existiria perdão para todas as pessoas que o buscassem.
É por isto que podemos buscar a Deus a qualquer momento, certos de que na presença dele “receberemos misericórdia e encontraremos ajuda sempre que precisarmos dela.”
Vivendo esta mensagem hoje:
Você está precisando livrar-se de uma culpa do seu passado? O que está esperando para buscar a Deus e ser perdoado? Ele ouvirá a voz do seu coração arrependido e será bondoso e misericordioso.
Você conhece alguém que vive carregando as culpas do passado? Fale com ela sobre o perdão e descanso que ela poderá encontrar em Deus.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O professor ateu II

   Um professor ateu sorriu para a foto de Lênin, que estava pendurada acima do quadro-negro, e depois caminhou para perto de uma bacia de água que estava sobre a mesa diante dos alunos. Ele pegou uma sacola contendo um pó e, à medida que o derramava na bacia, a água se tornava vermelha. "Esse é o milagre," ele começou a ensinar. "Jesus econdeu em sua mão um pó como esse e, assim, fungiu ter transformado a água em vinho por milagre. Mas eu posso fazer até melhor que Jesus, eu posso transformar o vinho em água de novo."


Ele pegou outra sacola com outro pó e pôs na água vermelha. Ela imediatamente ficou clara. Pôs o primeiro pó novamente, e a água voltou a ficar vermelha.

Enaquanto todos estavam admirados, um dos estudantes balançava a cabeça não concordando com o que via. Finalmente, ele desafiou o professor:

- Você nos surpreendeu a todos, camarada professor. Agora, só lhe peço mais uma coisa: por favor, beba o seu vinho!

O professor estremeceu e disse:

- Isso eu não posso fazer, pois o pó é venenoso.

O estudante cristão respondeu:

- Aqui está toda a diferença entre você e Jesus: o Filho de Deus, com seu vinho, só nos tem dado alegria, enquanto você, com seu falso vinho, nos envenena a todos.

O professor, irado e envergonhado, agarrou o jovem cristão e o lançou na prisão. Mas a notícia desse incidente se espalhou por muitas universidades e escolas e fortaleceu a fé de muitos.

O professor ateu

Esta é uma história verdadeira que aconteceu há alguns anos atrás, na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Havia um professor que era um ateu convicto. Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiro para provar que Deus não existe.Os estudantes sempre tinham medo de argüi-lo por causa da sua lógica impecável.Por 20 anos ensinou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o tentasse, nunca o venciam.No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesma pergunta à sua classe de 300 alunos.- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, fique de pé!Em 20 ninguém ousou levantar-se. Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria:- Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse. Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso!E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços. E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a demonstração.A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns cristãos, mas todos tiveram muito medo de ficar de pé.Bem ...há alguns anos atrás chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido falar daquele professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria sua fé.. ao menos era seu desejo.Finalmente o dia chegou. O professor disse: - Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!O professor e os 300 alunos o viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala. O professor gritou:- Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, sem se quebrar. O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado seguia o giz.Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça... encarou o jovem e ...saiu apressadamente da sala.O rapaz caminhou firmemente para frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé em Jesus. Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre o Seu poder através de Jesus.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Tipos de Crentes

Um velho pastor das Assembléias de Deus no interior de São Paulo, em suas pregações costumava enumerar os vários tipos de crentes que existem nas igrejas:

- Crente carrinho de mão: precisa ser empurrado para trabalhar.
- Crente canoa: só anda a remo ou rio abaixo.
- Crente trailer : só avança na vida cristã quando puxado.
- Crente balão de gás : vive cheio de ar e sempre pronto para explodir.
- Crente montanha-russa : ora está subindo ora está descendo.
- Crente pipoca : vive pulando, daqui para ali, de Igreja em Igreja.
- Crente papagaio: precisa ter o pé amarrado e a asa cortada para manter-se na linha.
- Crente girafa: está sempre com a cabeça nas nuvens.
- Crente 6 horas: vive pedindo: “ceis ora por mim viu?
- Crente 9 horas: Não importa a hora que chega, 9 h. vai embora.
- Crente “Raimundo” : um pé na Igreja e outro no mundo.
- Crente sabonete: sempre dá um jeito de escapar e sair de mansinho.
- Crente 333 : meio besta.
- Crente 666: besta mesmo!
- Crente sorvete: Quando o culto começa pegar fogo, vai embora com medo de derreter.
- Crente cobrador de ônibus: Só dá moedas de ofertas. Algumas de 1 centavo.
- Crente fogo de palha: Sempre chama a atenção para si, mas é só pressão.
- Crente Discípulo: Crê em tudo o que Cristo diz e faz tudo o que Cristo manda
- Crente canela de fogo: Qualquer pregação ou hino começa a pular e falar em línguas.
E você? Que tipo de crente você é?
Crente Adorador: Aquele que adora Deus; imita Cristo e vive Cheio do Espírito Santo!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A casa queimada

Certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água.
Ficou boiando a deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.
Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
-Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
- Vamos rapaz!”
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
- "Vamos rapaz, nós viemos te buscar"
- "Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"
- "Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."
MORAL DA HISTÓRIA:É comum nos sentirmos desencorajados e até mesmo desesperados quando as coisas vão mal.Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Lembre-se: Se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.
Anõnimo
Usada como ilustração em pregações evangélicas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Embalagens de Deus

Um jovem estava para se formar. Já há muitos meses ele vinha admirando um lindo carro esporte num Showroom de uma revenda de automóveis. Sabendo que seu pai podia muito bem arcar com aquela despesa, ele disse ao pai que o carro era tudo o que ele desejava. Como se aproximasse o dia da formatura, o jovem esperava sinais de que seu pai tivesse comprado o carro.
Finalmente, na manhã da formatura, o pai o chamou na sala de estudos, e disse a ele quão orgulhoso se sentia por ter um filho tão bom, e disse a ele quanto amava o filho. Então ele entregou ao filho uma caixa de presente, lindamente embalada.
Curioso e, de certa forma desapontado, o jovem abriu a caixa e encontrou uma Bíblia de capa de couro, com o nome dele gravado em ouro. Irado, ele levantou sua voz para o pai e disse:
- Com todo dinheiro que você tem, você me dá uma Bíblia?
E violentamente saiu de casa. Muitos anos se passaram e o jovem se tornou um homem de sucesso nos negócios. Tinha uma linda casa e uma família maravilhosa, mas certo dia percebeu que seu pai já estava idoso e resolveu que iria visitá-lo. Ele não via o pai desde o dia da formatura. Antes que ele pudesse providenciar os preparativos, recebeu um telegrama informando-o de que o pai havia falecido, e deixado todas as suas posses em testamento para o filho.
Ele precisava imediatamente ir à casa do pai e cuidar de tudo.
Quando ele chegou à casa do pai, sentiu um misto de tristeza e arrependimento preencher o seu coração. Ele começou a procurar em meios aos importantes documentos e papéis do pai e viu a Bíblia, ainda nova, exatamente como ele havia deixado há anos atrás.
Com lágrimas, ele abriu a Bíblia e começou a revirar as páginas. Seu pai havia sublinhado cuidadosamente um versículo em Mateus 7:11, “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso pai, que está nos céus, dará bens aos que lhos pedirem?” Enquanto ele lia estas palavras, uma chave de carro caiu de trás da Bíblia. Ela tinha uma etiqueta com o nome da revenda, a mesma que tinha o carro esporte que ele tanto desejara. Na etiqueta constava a data da formatura, e as palavras“Liquidado - Pago completamente”!
O jovem sentou e chorou. Quantas vezes nós perdemos as bênçãos de Deus porque elas não vem “embaladas” como nós esperamos??? Se pararmos para analisar com atenção, certamente encontraremos infinitas razões para agradecermos a Deus!
“Que possamos perceber as embalagens e os presentes que DEUS nos dá todos os dias”. "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.” Mateus 7:24
QUE O AMOR DE JESUS POSSA ESTAR SOBRE A SUA VIDA. SÊ TU UMA BENÇÃO.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O Perdão

Perdoar é uma das coisas mais difíceis de se fazer. O Pastor Evaldo Marciano Alves sempre contava a estória de dois irmãos que moravam na roça e todos os dias de cultos iam juntos á igreja na cidade.
Num sábado, culto de ceia, ia os dois cantando hinos alegremente como faziam os crentes do passado, quando uma cobra passou rastejando rapidamente pela estreita estrada em que caminhavam. Já era de tardezinha, com o sol quase se pondo e a pouca luz atrapalhou a visão deles.
- É um a cascavel, disse um.
- Não! Uma jaracuçu retrucou o outro.
Iniciou-se uma discussão sobre que cobra era aquela, que quase termina em briga.
Não se falaram mais; chegaram à igreja separados; não sentaram juntos e não participaram da ceia, como era de se esperar .
O pastor notou a atitude dos dois de não participarem da ceia e mais ainda de irem embora um depois do outro. Esperou uma semana e foi conversar com eles.
Soube da estória, passou-lhes um sermão sobre amar o próximo, renuncia, comunhão, salvação etc. e da bobagem de se brigar para saber de que tipo era uma cobra que não era outro senão o próprio Satanás. Pediu que se perdoassem no que foi prontamente atendido pelos dois, não sem uma ressalva de um deles:
- Eu perdôo, mas que era uma cascavel, isso era!
Lá foi o pastor começar de novo e ensinar aos dois irmãos que o perdão não impõe condições, regras, não há vencedores ou vencidos, não guarda magoas, ressentimentos.
Uma lição para os dias de hoje!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Três estórias de crianças

A Mentira
Um pai cristão chamou o filho e começou a falar sobre os perigos da mentira.
- A mentira, meu filho é o pior pecado. Foi por uma mentira dita pela serpente, que o homem pecou. Aliás, Satanás é o pai da mentira. Jesus é a verdade, por isso nunca minta, em qualquer circunstância diga sempre a verdade. A verdade é o caminho por onde devemos sempre andar
Nisto toca a campainha.
-Vá ver quem é meu filho, e se for para mim diga que não estou!

A cara do pastor
Um pastor foi fazer sua costumeira visita pastoral a uma família e notou que o filho mais novo do casal não parava de encará-lo. Assim foi durante todo o tempo em que o pastor permaneceu na casa. Na hora de ir embora, ainda intrigado o pastor perguntou ao menininho:
-Porque você me olha tanto? Há algo errado comigo?
-É que papai sempre diz que o senhor tem duas caras e eu queria ver a outra...

Onde fica o inferno
Na aula de religião, a professora sabendo que os pais de Rute eram cristãos, pergunta:
-Rute, você sabe o que é o céu e o inferno?
-O céu eu não conheço, professora, mas o inferno é lá em casa, pois mamãe sempre está dizendo: - Esta casa é um inferno!

domingo, 13 de setembro de 2009

A fé e o guarda-chuva

Em uma cidadezinha do interior, um novo pastor foi nomeado. Antes de sua posse, visitou em companhia do antigo pastor todos os membros da igreja e convidou-os para que no dia da posse, iniciassem uma campanha de oração por chuvas, já que a região atravessava um longo período de seca, ressaltando porém, que só os que tivessem fé comparecessem.
No dia marcado, reuniu-se uma grande multidão em frente a igreja, que estranhamente estava com as portas fechadas.
Crentes e não crentes, todos queriam participar da campanha, pois o prejuízo com a falta de chuvas era grande, atingindo comércios, plantações etc.
Uma hora de espera e a multidão já começava a desanimar, quando o pastor chegou. Foi a cada dos presentes, examinou-os demoradamente e dirigiu-se a porta da igreja, onde com grande voz falou:
-Voltem para casa, incrédulos! Vocês não podem participar da campanha de oração.
Um dos presentes, o mais corajoso, perguntou:
-Mas foi o Senhor quem nos convidou, porque não podemos orar pela chuva?
-Vocês têm fé, que orando, o Senhor nos manda chuva ainda hoje?
Temos! responderam todos.
-Então, onde estão os guarda-chuvas de vocês? Mostrou o seu e adentrou a igreja sozinho, trancando a porta.
A multidão dispersou enquanto grossas gotas de chuva começavam a cair. Antes que chegassem a suas casas, uma chuva torrencial caia sobre a cidade.
A verdadeira Fé é assim.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Pedrinho e Mariazinha

Uma avó que morava em um sitio, recebeu nas férias, seus netos Pedrinho e Mariazinha que moravam na cidade.
Na chegada, a avó lhes disse:-Podem brincar á vontade. Só preciso da ajuda de vocês para lavar a louça do almoço e do jantar. Vocês revezarão: Um lava no almoço, o outro no jantar. Assim foi feito. As crianças brincavam e se revezavam em lavar a louça.
Pedrinho logo arrumou jeito de fazer um estilingue e começou a atirar pedras nos passarinhos que porventura se aventuravam por ali.
Um dia, Pedrinho foi acertar um pardal, errou e acertou um dos patos da vóvó, que morreu. Olhou para todos os lados e achando que ninguém tinha visto, enterrou o pato e saiu de fininho.
O almoço foi delicioso! A vóvó era também uma boa cozinheira.
Quando acabou de almoçar, saiu para tirar uma sonequinha, quando foi parado pela Mariazinha:
-Pedrinho, vá lavar a louça!
-Mas eu lavei a louça do jantar ontem! Agora é a sua vez.
-Nada disso. Eu vi você matar e enterrar o pato da vóvó. Se você não lavar a louça para mim, vou correndo contar para ela.
-Eu vou, mas só desta vez, disse Pedrinho resignado.
No almoço do dia seguinte a cena se repetiu e assim por uma semana, com o Pedrinho lavando a louça do jantar e do almoço. Só isso não contentou Mariazinha que começou a querer mais: Sobremesas, presentes, favores etc.
E assim foi, até que Pedrinho não agüentou mais a vida dura que estava levando. O que seria as férias dos sonhos e tornou um pesadelo, atendendo ele as mil vontades de Mariazinha.
Pedrinho não suportando mais, foi chorando falar com a avó
-Vóvó, preciso confessar! Não agüento mais. Fui eu que matei o pato da senhora e por isso, há uma semana que a Mariazinha me atormenta. Ela me viu e agora fez de mim um escravo.
Sou eu que lavo as louças do almoço e jantar, dou minhas sobremesas para ela, a carrego nas costas, até banho em nas suas bonecas tenho que dar!
A avó que havia sentido a falta do pato e perguntado para os netos, que alegaram não ter visto, disse:
-Pedrinho, eu também vi você matar e enterrar o meu pato, mas você não veio me procurar.
Se tivesse vindo a mim e confessado antes, eu te perdoaria como vou perdoá-lo agora e você não teria sido escravo da Mariazinha por uma semana.
Agora; ela não tem mais poder sobre você.
Assim é também na VIDA.
O homem peca e se torna escravo de satanás, que o atormenta até o momento em que ele vai até Deus e confessa o seu pecado.
Deus o perdoa e o homem tem uma nova vida, pois satanás já não tem mais poder sobre ele.
Esta historinha era contada pelo saudoso Pastor Lawrence Olson em seu programa de rádio Voz das Assembléias de Deus.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Caixa No. 7

Uma viúva de missionário passava por sérias dificuldades financeiras, para criar os cinco filhos. Um dia, quando não havia nada para colocar na mesa para os filhos comerem, foi fazer uma choração, mistura de choro com oração.
Seu marido havia sido um trabalhador na obra de Deus e agora seus filhos estavam passando por aquela provação.
Ouviu então uma voz celestial para que se dirigisse com os cinco filhos ao maior supermercado da cidade.
Ela obedeceu, pois pensava que lá encontraria alguém que lhe daria uma cesta básica ou dinheiro para comprar alguma coisa de primeira necessidade. Não encontrou ninguém. Pensava já em voltar para casa, quando a mesma voz pediu-lhe que entrasse no supermercado, pegasse um carrinho e enchesse.
Assim ela fez, pensando que talvez aparecesse alguém para pagar as compras. Por isso pegou nas prateleiras só as coisas básicas: arroz, feijão, açúcar, óleo etc.
Quando encheu o primeiro carrinho, a voz lhe pediu que enchesse cinco carrinhos; um para cada filho e com tudo o que precisasse para casa, seja de higiene, limpeza, roupas etc. Assim ela fez e pensou: Quem sabe a igreja recolheu uma oferta especial para mim e vão pagar por tudo isso. Esperou e nada de aparecer o pastor ou alguém da igreja.
Já pensava em desistir e abandonar os carrinhos, quando a voz lhe pediu que se dirigisse ao caixa numero sete, que por sinal estava cheio.
Enquanto aguardava sua vez, começou a pensar: E se tudo isso fosse fruto da sua imaginação? Talvez a fome ou a angústia por qual estava passando, fizesse-a delirar e ouvir vozes. Chegou sua vez. Enquanto o caixa passava a enorme compra, ela suava frio pensando na vergonha que passaria se não aparecesse alguém para pagar. Os filhos olhavam aflitos; ela angustiada. Quando passava o último item, começou a tocar uma música no sistema de som do supermercado e uma voz (essa era humana) anunciou:
-Grande Promoção. Para comemorar nosso aniversário de sete anos, vamos fazer uma mega premiação. Quem estiver passando agora no caixa numero sete não pagará suas compras e ainda ganhara sete mil reais em dinheiro!
Foi o ápice para ela e os filhos, que não sabiam se riam ou choravam com o milagre.
Ganhou sustento para vários meses e ainda dinheiro para pagar luz, água,telefone etc.
Assim é o nosso Deus. Ele sempre cuida dos seus e nunca deixa o justo ou a sua descendência desamparada.